O governo de Hugo Chaves cometeu mais uma de suas atrocidades, agora com o Poder Judiciário da Venezuela. A juíza Maria Lourdes Afiuni, logo após conceder liberdade ao banqueiro Eligio Cedeño, um ex-aliado do governo, acusado de fraudar o sistema de câmbio da Venezuela, foi presa acusada de corrupção e facilitação de fuga de Cedeño para os EUA.
Em sua defesa a juíza, sem se arrepender da decisão que tomou, disse que havia um atraso no processo, e a Lei diz que, quando não há julgamento por culpa do sistema judicial, o acusado não pode ficar detido por mais de 2 anos e que Cedeño já estava preso, (pasmem), havia 3 anos sem a conclusão do processo.
Fica evidente, neste caso, que Cedeño era mais um preso político, e agora a juíza é mais uma nova presa política de Hugo Chaves.
A pena para os crimes em que a juíza Maria Lourdes é acusada soma-se mais de 6 anos, mas, pelo jeito, vão fazer de tudo para que ela seja condenada há mais de 10 anos.
Isto é mais um caso de prisão arbitrária e um risco de um Judiciário sem independência na Venezuela, não devemos nos calar para atitudes como essa, a comunidade internacional não pode ficar apática em casos desta natureza.
Advogado, professor e produtor de cursos jurídicos. PENAL, BIOÉTICA, DIREITO HOSPITALAR E JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE. (11) 9 8494 1716 ussamasamara@gmail.com
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