eternamente verde

sexta-feira, 20 de julho de 2018

TENHA SUCESSO NA IMPORTAÇÃO DE PRODUTOS E MERCADORIAS

TENHA SUCESSO NA IMPORTAÇÃO DE PRODUTOS E MERCADORIAS
Sabe o que é mais importante para ter sucesso em importação de produtos? É dominar o CANAL DE VENDAS.
Para ganhar dinheiro com importação de produtos e mercadorias você tem que planejar bem como venderá sua mercadoria!!
Todo segmento vive de lucro, importação não é diferente, pois lucro é o resultado entre a compra e a venda, simples assim.
Na verdade, temos que comprar bem e saber vender bem.
Ficou curioso (a)? Consulte-nos para maiores esclarecimentos.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

POR QUE NÃO PROGRAMAMOS NOSSO FUTURO

Usama Samara Consultoria
Publicado por Usama Samara2 h
POR QUE NÃO PROGRAMAMOS NOSSO FUTURO
Todos queremos ser bem-sucedidos na vida. Queremos ter sucesso, alcançar metas que estabelecemos, ser felizes, sucesso naquilo que fazemos e com quem estamos, queremos a aceitação por quem somos e pelo que defendemos, e queremos ser capazes de alcançar o nosso melhor potencial possível.
Uma das principais razões pelas quais nos contentamos com menos do que imaginamos é porque achamos que não conseguimos alcançar tudo o que queremos da vida.
As pessoas acham que o que desejam está além do alcance delas, está além de expectativas. As outras pessoas não são especiais como imaginamos, nem tem algum dom especial ou privilégios tais que as fazem melhor que nós.
O que não conseguimos é planejar e realmente agir de acordo com nossos objetivos. Muitas vezes fazemos coisas que achamos certas e que daquele modo atingiremos nossos objetivos, ledo engano.
Então, como fazemos? O que precisamos? Precisamos nos convencer que somos capazes de FAZER UM FUTURO DIFERENTE.
Fique atento, e se quiser saber, consulte-nos para maiores esclarecimentos!!

quarta-feira, 18 de julho de 2018

VOCÊ SABE COMO REDUZIR A TAXA DE CANCELAMENTO OU RESCISÃO DE SEUS CONTRATOS?


VOCÊ SABE COMO REDUZIR A TAXA DE CANCELAMENTO OU RESCISÃO DE SEUS CONTRATOS?
Meu caro amigo, você tem alguma ideia dos motivos que levam ou levariam seus clientes a rescindirem um contrato ou não renová-lo com a sua empresa?
Poderia ser: Insatisfação com o serviço prestado, dificuldades dos compradores em enxergar valor no seu produto, problemas financeiros dos clientes.
Ou seria a falta de comunicação com seu cliente? Sim, a falta de comunicação, pois com a comunicação você pode antecipar uma eventual rescisão de seu contrato.
Se você não interagir com seu cliente nunca saberá se vão rescindir o contrato. Essa comunicação logo após o fechamento do contrato poderá ser feita por e-mails, ligações, chats, reuniões presenciais ou videoconferências. O importante é realizar um acompanhamento constante e proativo, ou seja, sem depender de chamadas no suporte feitas pelos clientes.
Se em uma reunião seu cliente diz que pretende cortar gastos e demonstrar uma certa dificuldade em usar seu produto ou serviço poderá ser um sinal de rompimento de contrato logo, logo.
Fique atento, e se precisar, consulte-nos para maiores esclarecimentos!!

PORQUE O MERCADO LGBT ESTÁ EM ALTA?

Usama Samara Consultoria
Publicado por Usama Samara20 h
PORQUE O MERCADO LGBT ESTÁ EM ALTA?
O mercado LGBT está em alta.Tem estado presente em muitos eventos que vem acontecendo nos últimos anos. As grandes empresas têm mostrado preocupação em atender de maneira mais direta e precisa este nicho de mercado no país.
Grupos gays dentro de empresas já são uma realidade, e já se difundem na aceitação, respeito e promovendo a visibilidade de seus funcionários gays.
Mas o segmento destinado ao público GLS/LGBT no Brasil é novo e tem muito a evoluir. Os seus resultados ainda estão aquém se comparados com os de outros países que investem há mais tempo neste nicho, como os norte-americanos, p.ex. que tem sido um dos grandes referenciais para este mercado.
Vejam aos números: (fontes extraoficiais)
• 17,9 milhões de brasileiros são gays, 10% da população;
• Gastam 30% a mais em bens de consumo que os héteros;
• 39% estão em SP, 15% no RJ, 7% em MG e 9% no RS;
• 36% são da classe A, 47% da classe B e 16% da classe C;
• 57% têm nível superior, enquanto apenas 14% da população adulta de SP têm essa escolaridade;
• 69% já assumiram sua preferência sexual;
• 52% assumem para amigos, 14% para o chefe do trabalho e 9% para a família;
• 3,0 milhões de pessoas foram à Parada Gay 2018 em SP, que é a maior do mundo;
Com isso empresas começam a olhar para essa comunidade que tem grande perspectiva de crescimento, investindo muito dinheiro nesse segmento, pois são consumidores exigentes, bem informados e que pagam bem por um bom produto ou serviço, fidelizando desta maneira, qualquer marca que consiga comunicar-se diretamente com ele, atendendo a suas necessidades e desejos.
Muitos não sabem, mas a comunidade LGBT é um público-alvo interessante para produtos de consumo e serviços diversos. É exigente, sofisticado e gastam muito. É um público de muita sensibilidade e percepção e muito exigente.
Fique atento, e se precisar, consulte-nos para maiores esclarecimentos!!

QUER TER SUA LOJA VIRTUAL COM PROFISSIONALISMO?

Usama Samara Consultoria
Publicado por Usama Samara4 h
QUER TER SUA LOJA VIRTUAL COM PROFISSIONALISMO?
Hoje a Internet abriu as portas para todos os tipos de negócios. Dos grandes aos pequenos empreendedores, qualquer um ou marca pode ter seu espaço na web para vender produtos ou oferecer um serviço.
E é exatamente por isso que existem tantas lojas virtuais atualmente no mercado! Se você olhar friamente, e com todos os recursos disponíveis atualmente verá que não é difícil criar uma loja virtual, qualquer um conseguiria, se quisesse.
A realidade é que, sendo um mercado de fácil acesso, o e-commerce leva muitos a entrarem de cabeça nesse universo sem saber muito bem como agir. O desafio é, pois, manter o negócio em alta e com bons resultados a longo prazo!
Ao começar um negócio, muitos costumam a pensar que diversificando os produtos oferecidos é diretamente proporcional ao número de vendas fechadas. Partindo desta lógica, quanto mais itens oferecidos pela loja, mais lucro tem, certo? Pois não é bem assim. Por mais que esse pensamento pareça lógico, pode se mostrar um tiro n’água.
Na verdade, com o mercado de e-commerce cada vez mais acirrado, a disputa pelo consumidor online também tem se tornado mais e mais concorrido. O que acontece, então, com uma loja virtual que vende de parafuso à asa de avião? Não chama a atenção de ninguém, pois se perde em meio a tantas outras iguais a ela.
Como disse, por ser tão descomplicado criar uma loja virtual, é certo que haja uma proliferação de lojas abrindo, certo? Então porque tantas delas fecham logo nos primeiros meses? Certamente porque muitos empreendedores não estão aptos para um mercado tão competitivo e um consumidor exigente por demais.
Diante disso o que precisamos saber é que uma loja virtual não é simplesmente ter um site na web. Se o lojista quer ter sucesso de vendas ele precisa tratar seu e-commerce como o que ele efetivamente é, ou seja, um negócio que demanda dedicação, organização e estrutura para realizar suas operações e gerar lucratividade.
Fique atento, pois o que oferece essa estrutura para o lojista é a plataforma de e-commerce, responsável por tudo aquilo que o visitante vê e por onde ele navega. Consulte-nos para maiores esclarecimentos!!

domingo, 28 de agosto de 2016

MODELO DEFESA PRÉVIA ART. 33 TRÁFICO DE DROGAS - MARIDO CONDENADO TRÁFICO DE DROGAS

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUÍZ DE DIREITO DA 3ª VARA
CRIMINAL DO FÓRUM DA COMARCA DE 

Proc. nº. 0000472-68.2016.8.26.

LUIS FELIPE, já qualificado nos autos em epígrafe que lhe move a Justiça Pública, por seu advogado que esta subscreve, vem, à presença de Vossa Excelência, apresentar a sua

DEFESA PRELIMINAR C.C PEDIDO DE LIBERDADE PROVISÓRIA

Conforme dispõe o artigo 55 da Lei n.º11.343/06, pelas razões de ato
e de direito a seguir expostas:

DOS FATOS

Consta da denúncia que, no dia 04 de maio de 2016, por volta das 16:00 min. na Viela situada na altura do número 311 da Rua Antonio Roberto Parente, Vila Menck, Osasco, o denunciado tinha em depósito ao seu lado, para fins de comércio, 88 porções de cocaína, substância entorpecente que determina dependência física e psíquica, sem autorização e em desacordo com determinação legal, conforme laudo de constatação fls. 18. Desta forma foi denunciado como incurso nas sanções do artigo 33 “caput” da Lei 11.343/2006.

A realidade material do tráfico ilícito de drogas está comprovada pelo laudo químico toxicológico de fls. 36/38, que apresentou resultado positivo para substâncias entorpecentes.

DOS DEPOIMENTOS

As testemunhas ouvidas na fase inquisitiva, os dois policiais que prenderam o acusado, apresentaram relatos no sentido de que ao averiguar denúncia anônima no município de Osasco/SP rumaram para o local onde havia um rapaz de cor branca que utilizava uma moto Honda CG 150. Ao chegar ao local denunciado, acabaram por fazerem uma ”campana” e logo perceberam que o local batia com a denúncia de tráfico de drogas. Perceberam que pessoas chegavam perto de um rapaz cuja características batiam com a denúncia, entregavam algo que parecia dinheiro e logo após recebiam um pequeno volume, que provavelmente seria drogas. Abordaram o suspeito e, em revista pessoal encontraram no bolso a quantia de R$ 200,00 e o denunciado acabou por confessar a prática delitiva informando onde escondia as
drogas, localizaram as drogas próximo ao denunciado.

O acusado foi interrogado pelo Delegado de Polícia e confessou a
propriedade dos entorpecentes.

DO DIREITO

MM.º Juiz, deve ficar claro que a fase inquisitiva criminal serve para que, tanto Ministério Público, quanto a defesa, o primeiro para elaborar a acusação e o segundo a defesa preliminar, tenham um norte a seguir na instrução criminal futura. Sendo que, na Instrução Criminal, mediante ampla produção de provas, levem ao conhecimento do juiz a reconstrução do fato ilícito e todas as suas circunstâncias com o objetivo de contribuir ativamente na formação da convicção do magistrado. A conclusão final do exame do conjunto probatório deve determinar, no mínimo, que a conduta praticada contenha um mínimo de tipicidade. Essa é, enfim, a finalidade do processo criminal: a demonstração do fato penal em sua integralidade.

Os elementos probatórios, nesta fase, a respeito do tráfico ilícito de drogas são demasiadamente precários, insuficientes e imprecisos para sustentar o recebimento da r. denúncia nos moldes a que foi oferecida, baseada exclusivamente em dois depoimentos que apenas reproduzem como foi a ação policial, sem qualquer indicação da prática das ações descritas no tipo legal de crime pelo acusado. Verifica-se, assim, que somente a embalagem individual do material entorpecente é que serviria para indicar a sua destinação comercial ilícita. Mas isso é muito pouco em termos de prova. É dedução, é ilação que não servem para reconhecer a responsabilidade do agente pelo tráfico ilícito.

Em suma, não basta dar valor aos relatos policiais que nitidamente representam declarações de praxe, que reproduzem um padrão: investigação iniciada por denúncia anônima sem qualquer esclarecimento mínimo de como e quando essa indicação teria ocorrido; ou, como no caso em tela que o acusado, só pela indagação dos milicianos houve por bem confessar que na sua residência havia substancias entorpecentes; muito menos de afirmação de tráfico em razão da quantidade de material entorpecente. Ao contrário, é necessário demonstrar concretamente alguma ação que se ajuste, pelo menos, indiciariamente a um dos verbos constantes do tipo legal de crime descrito no art. 33 da Lei 11.343/2006, o que não ocorreu no caso em tela.

O princípio da não culpabilidade previsto na Constituição da República e o princípio da inocência estabelecido nas convenções internacionais conferem ao Réu segurança processual. O Ministério Público enfrenta o ônus de comprovar a materialidade e a autoria delituosa no que concerne a mercancia.

DA DESNECESSIDADE DA MANUTENÇÃO DA PRISÃO
CAUTELAR

Primeiramente cumpre ressaltar Excelência, que o Acusado é pessoa integra e possui bons antecedentes e nunca respondeu algum processo criminal antes. 

Cumpre ressaltar mais uma vez que, não existe vedação legal para que não seja concedida a LIBERDADE PROVISÓRIA, vez que o Acusado preenche os requisitos elencados no parágrafo único, do art. 310 do Código de Processo Penal, que assim determina:

“Art. 310. Quando o juiz verificar pelo auto de prisão em flagrante que o agente praticou o fato, nas condições ao art. 19, I, II e IIIdo Código Penal, poderá, depois de ouvir o Ministério Público, conceder ao réu liberdade provisória, mediante termo de comparecimento a todos os atos do processo, sob pena de revogação.

Parágrafo único. Igual procedimento será adotado quando o juiz verificar, pelo auto de prisão em flagrante, a inocorrência de qualquer das hipóteses que autorizam a prisão preventiva (arts. 311 e 312).

Já o inciso LXVI, do art. 5º, da Carta Magna, diz o seguinte:

“LXVI – ninguém será levado à prisão ou nela mantido, quando a lei admitir a liberdade provisória, com ou sem fiança;

Ora excelência o Acusado em tudo colaborou até o presente momento, lembrando que o mesmo não ofereceu resistência e prestou depoimento.

Aliás MM. Juiz, não se pode ignorar o espírito da lei, que na hipótese da prisão preventiva ou cautelar visa a garantia da ordem pública; da ordem econômica; por conveniência da instrução criminal; ou ainda, para assegurar a aplicação da lei penal, que no presente caso, pelas razões anteriormente transcritas, estão plenamente garantidas.

DA INCONSTITUCIONALIDADE EM PARTE DO ARTIGO 44 DA
LEI 11.343/06

Pela leitura do artigo 44 da lei 11.343/06 o presente pedido de Liberdade Provisória não caberia no caso em tela. Ocorre Excelência que a Suprema Corte declarou inconstitucional parte do referido artigo, senão vejamos:

Habeas corpus. 2. Paciente preso em flagrante por infração ao art. 33caput, c/c 40, III, da Lei 11.343/2006. 3. Liberdade provisória. Vedação expressa (Lei n.11.343/2006, art. 44). 4. Constrição cautelar mantida somente com base na proibição legal. 5. Necessidade de análise dos requisitos do art. 312 do CPPFundamentação inidônea. 6. Ordem concedida, parcialmente, nos termos da liminar anteriormente deferida. Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os ministros do Supremo Tribunal Federal, em Sessão Plenária, sob a presidência do Senhor Ministro Ayres Britto, na conformidade da ata do julgamento e das notas taquigráficas, por maioria de votos: declarar, incidenter tantum, a inconstitucionalidade da expressão “e liberdade provisória” do caput do art. 44da Lei 11.343/2006; conceder, parcialmente, a ordem; e, ainda, autorizar os senhores ministros a decidir, monocraticamente, habeas corpus quando o único fundamento da impetração for o art. 44 da mencionada lei, nos termos do voto do Relator. Logo se depreende que o pedido do Requerente está em conformidade.

Assim, requer-se a V. Exª., que seja concedida ao Acusado a liberdade provisória com ou sem fiança, haja vista que o mesmo é pessoa idônea da sociedade não havendo motivos para manter-se em custódia.

DO PEDIDO

Ante o exposto, requer:


sexta-feira, 20 de maio de 2016

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quinta-feira, 3 de março de 2016

SISTEMA DE MONITORAMENTO DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS, TENTATIVA DE FURTO OU CRIME IMPOSSÍVEL

Logo após assistir um vídeo em que um candidato ao cargo de delegado de polícia ao ser sabatinado oralmente por uma banca examinadora, responde a uma singela pergunta do examinador: DEFINA TENTATIVA!!

O candidato, já aprovado pela prova escrita, bem preparado para responder àquelas indagações “cabeludas”, de difícil explanação, acabou se enroscando na pergunta e nem conseguia exemplificar a figura.

Por me deparar diuturnamente pela figura do furto tentado em lojas de departamentos, todos monitorados por câmeras de segurança, com decisões das mais variadas vertentes, tem-se decidido pela impossibilidade da consumação do delito.

Muitos, juízes, se debruçam se estes furtos tentados, provado a eficiência do sistema de segurança, devam ser punidos ou não.

Diz o artigo 17 do Código Penal (crime impossível): “não se pune a tentativa quando, por ineficácia absoluta do meio ou por absoluta impropriedade do objeto, é impossível consumar-se o crime”. Ou seja, para a configuração da espécie, é necessária a escolha de um meio de execução absolutamente inidôneo ou a constatação de um objeto material absolutamente impróprio. Desta forma, entendendo o magistrado que o meio escolhido pelo réu para consumar a infração era absolutamente ineficaz pelo sistema de monitoramento e sua pronta intervenção, resolve absolver o réu.

Nesses casos o agente não conseguiria sair do local com os bens da loja vítima, pois toda sua ação estava sendo observada, desde o início, por pessoas que apenas o aguardavam sair do local para a abordagem (flagrante esperado). Dessa forma, o bem jurídico tutelado pelo Estado, a propriedade, nunca esteve em risco, pois a coisa sempre esteve sob completa vigilância da vítima.  O delito não se consumou e nunca se consumaria, já que houve a ineficácia absoluta do meio escolhido.

Muitos decidem pela TENTATIVA DE FURTO, pois imaginar que o sistema de vigilância, por si só, exclui o crime, dá a sensação de impunidade pois, na pior das hipóteses, terão que devolver o que pegaram antes de sair do estabelecimento.

Diz a Jurisprudência:

“Inicialmente, nos termos da orientação firmada nesta Corte, tanto o sistema de vigilância eletrônico instalado em estabelecimentos comerciais como a vigilância da conduta por preposto da empresa, nada obstante dificultar a ocorrência de furtos, não são capazes de impedir, por si só, a ocorrência do fato delituoso, aptos a ensejar a configuração de crime impossível”. (BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Matéria Penal. Habeas Corpus 117.880/SP, 5ª T., Relator: Min. Napoleão Nunes Maia Filho, DF, j. 29.09.2009, DJe 03.11.2009)
Ainda
·  Súmula 567-STJ: Sistema de vigilância realizado por monitoramento eletrônico ou por existência de segurança no interior de estabelecimento comercial, por si só, não torna impossível a configuração do crime de furto.

Desta forma, por mais que façamos uma defesa tentando encaminhar para o crime impossível, é cediço que as decisões são pelo crime de tentativa (art. 14 II do CP).